{"id":890,"date":"2020-06-23T17:58:36","date_gmt":"2020-06-23T20:58:36","guid":{"rendered":"https:\/\/prcardio.org\/publico-geral\/?p=890"},"modified":"2020-06-23T17:59:20","modified_gmt":"2020-06-23T20:59:20","slug":"a-viralizacao-dos-transtornos-alimentares-em-tempos-de-coronavirus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.prcardio.org\/publico-geral\/a-viralizacao-dos-transtornos-alimentares-em-tempos-de-coronavirus\/","title":{"rendered":"A viraliza\u00e7\u00e3o dos transtornos alimentares em tempos de coronav\u00edrus"},"content":{"rendered":"<p>O peri\u00f3dico m\u00e9dico The Lancet publicou recentemente uma revis\u00e3o feita por cientistas do King&#8217;s College de Londres sobre o impacto psicol\u00f3gico da quarentena. Ap\u00f3s se debru\u00e7ar sobre 24 estudos, eles conclu\u00edram que a maioria das an\u00e1lises revela repercuss\u00f5es negativas como sintomas de estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico, raiva e confus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os principais fatores por tr\u00e1s do estresse diante da pandemia s\u00e3o o medo da infec\u00e7\u00e3o, a dura\u00e7\u00e3o da quarentena, perda financeira, estigma, frustra\u00e7\u00e3o, t\u00e9dio, suprimentos inadequados e informa\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias. Crian\u00e7as e adolescentes parecem estar particularmente em maior risco de estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas e os dist\u00farbios alimentares? Como a pandemia afeta suas manifesta\u00e7\u00f5es? Pessoas com transtornos alimentares t\u00eam um alto risco de voltar a encarar o quadro ou ver sua gravidade piorar em uma situa\u00e7\u00e3o de quarentena e car\u00eancia de tratamento psicol\u00f3gico e psiqui\u00e1trico devido \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as emocionais advindas do estresse das circunst\u00e2ncias atuais se refletem no comportamento alimentar. As manifesta\u00e7\u00f5es variam: desde comer excessivamente atrav\u00e9s do aumento da frequ\u00eancia da alimenta\u00e7\u00e3o (os beliscadores) ou ter compuls\u00e3o alimentar at\u00e9 impor restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica severa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em pessoas com transtornos alimentares e outras condi\u00e7\u00f5es concomitantes \u2014 como depress\u00e3o, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno p\u00f3s-traum\u00e1tico e transtorno por uso de subst\u00e2ncias \u2014, a rumina\u00e7\u00e3o, a preocupa\u00e7\u00e3o e a ansiedade desencadeadas pela Covid-19 podem acentuar a severidade do dist\u00farbio paralelo, o que interage negativamente com o pr\u00f3prio transtorno alimentar.<\/p>\n\n\n\n<p>O medo tende a aumentar a sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o estar no controle, que, em pessoas com dist\u00farbios alimentares, normalmente \u00e9 gerenciado com um aumento de restri\u00e7\u00f5es alimentares ou outros comportamentos extremos de controle de peso. N\u00e3o bastasse agravar quadros de anorexia nervosa, esse comportamento se revela uma frustrada tentativa de permanecer no comando da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 importante ressaltar que pessoas com dist\u00farbio alimentar e baixo peso t\u00eam maior risco de complica\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas associadas \u00e0 desnutri\u00e7\u00e3o. Embora n\u00e3o tenhamos dados a respeito ainda, \u00e9 poss\u00edvel que elas se exponham a maiores complica\u00e7\u00f5es da infec\u00e7\u00e3o pelo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, sabemos que o estresse da pandemia e da quarentena ocupam um papel preponderante na degenera\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos alimentares anteriormente saud\u00e1veis \u2014 a despeito de se conviver com um transtorno ou n\u00e3o. Mas, para quem tem a condi\u00e7\u00e3o, o distanciamento social e as restri\u00e7\u00f5es do isolamento podem, de fato, manter ou piorar o problema.<\/p>\n\n\n\n<p>E isso se d\u00e1 por algumas raz\u00f5es: menor possibilidade de se exercitar, o que amplia o medo do ganho de peso ou, no \u00e2ngulo oposto, favorece o ac\u00famulo de gordura corporal; estocagem de alimentos n\u00e3o perec\u00edveis, o que leva a exposi\u00e7\u00e3o massiva a bolachas, salgadinhos, pratos congelados, refrigerantes e afins, um potencial gatilho para epis\u00f3dios de compuls\u00e3o alimentar; redu\u00e7\u00e3o do relacionamento com outras pessoas ou, na contram\u00e3o, maior tens\u00e3o devido ao conv\u00edvio com outras pessoas da casa; solid\u00e3o como fator para os assaltos \u00e0 geladeira e orgias alimentares.(fatores causais : estar confinado num lar com grandes quantidades de alimento estocado , privado da possibilidade de fazer exerc\u00edcios f\u00edsicos em locais p\u00fablicos os academias , expoliado de consider\u00e1vel repert\u00f3rio de atividades l\u00fadicas externas, preocupado com risco de infec\u00e7\u00e3o e perdas&nbsp; financeiros , aumento desentendimentos com familiares pela estreita e intensa conviv\u00eancia , limita\u00e7\u00e3o&nbsp; da manifesta\u00e7\u00e3o de afetividade f\u00edsica , ou estar sozinho em casa&nbsp; pode funcionar como&nbsp; gatilho para compuls\u00f5es alimentares seguidas ou n\u00e3o de comportamentos compensat\u00f3rios ).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O peso do estresse<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O estresse desempenha um efeito poderoso sobre o apetite. E o que \u00e9 ingerido durante o isolamento devido \u00e0 Covid-19 pode ajudar ou piorar seu manejo. Tem gente inclusive chamando o ganho de peso durante o per\u00edodo de confinamento de &#8220;quarentena 15&#8221;, que seria o aumento correspondente a 15 libras (ou quase 7 quilos).<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que o estresse cr\u00f4nico, independentemente da pandemia, est\u00e1 associado a uma maior prefer\u00eancia por alimentos ricos em energia, com alto teor de a\u00e7\u00facar e gordura. Um experimento da Universidade Yale, nos Estados Unidos, descobriu que, sob amea\u00e7a (estresse), at\u00e9 gafanhotos, que em geral se alimentam de prote\u00ednas vegetais como gram\u00edneas, passam a comer mais plantas a\u00e7ucaradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto para os insetos como para n\u00f3s, seres humanos, a\u00e7\u00facar significa combust\u00edvel r\u00e1pido para alimentar o corpo e estar preparado para situa\u00e7\u00f5es de briga, fuga ou risco.<\/p>\n\n\n\n<p>Transpondo para nossa realidade, fica mais f\u00e1cil entender por que muitas pessoas preferem pizza, batata frita e chocolate na quarentena. Preocupado ou assustado, o indiv\u00edduo procura a\u00e7\u00facar, carboidrato e gordura para suprir a energia. Da\u00ed esses alimentos funcionarem tamb\u00e9m como uma esp\u00e9cie de tranquilizante natural.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o que parece uma solu\u00e7\u00e3o no curto prazo se transforma em problema no longo prazo. Esse ciclo alimentar que busca conforto para o estresse na comida de pior qualidade abre caminho a desafios f\u00edsicos e emocionais. Aumenta o risco de obesidade, diabetes e doen\u00e7as cardiovasculares, ao mesmo tempo que favorece crises de ansiedade e depress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na reg\u00eancia do estresse, o c\u00e9rebro funciona como um estilingue interno, bombeando um coquetel de horm\u00f4nios como adrenalina e cortisol para a corrente sangu\u00ednea. Tamb\u00e9m ocorre libera\u00e7\u00e3o de glicose estocada no f\u00edgado e nos m\u00fasculos. Ou seja, o combust\u00edvel \u00e9 queimado. Quanto maior o uso da glicose pelo corpo em rea\u00e7\u00e3o ao estresse, mais intenso ser\u00e1 o apetite ap\u00f3s a situa\u00e7\u00e3o estressora. E o ciclo se perpetua.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma grande carga de cortisol circulando resulta na fissura por alimentos gordurosos e a\u00e7ucarados e esse desejo propicia depois culpa e mais estresse. O abuso frequente nas calorias tamb\u00e9m acaba em mais armazenamento de gordura e danos ao organismo. Sem contar os &#8220;pneuzinhos&#8221; ou &#8220;dobrinhas&#8221; que tanto abalam a autoestima (outra fonte de estresse).<\/p>\n\n\n\n<p>A pandemia pelo novo coronav\u00edrus \u00e9 perigosa do ponto de vista da sa\u00fade f\u00edsica e mental porque coloca muitos indiv\u00edduos em situa\u00e7\u00e3o de alarme ativo 24 horas por dia. E o corpo humano n\u00e3o foi projetado para viver em estresse cr\u00f4nico \u2014 nem para usar os alimentos como conforto.<\/p>\n\n\n\n<p>Para interromper esse c\u00edrculo vicioso, \u00e9 imprescind\u00edvel encontrar atividades que controlem a tens\u00e3o \u2014 e aqui me refiro a exerc\u00edcios f\u00edsicos feitos em casa, sess\u00f5es de ioga e medita\u00e7\u00e3o&#8230; \u2014 e cuidar do card\u00e1pio. O aumento da ingest\u00e3o alimentar pode contribuir para aumento do sobrepeso e obesidade, com piora do progn\u00f3stico da infec\u00e7\u00e3o pelo COVID 19. Estudos apontam que a obesidade, especialmente na faixa acima de 40 kg\/m2, poder\u00e1 aumentar o risco da COVID-19 mesmo em mais jovens com menos de 60 anos. Em infectados com menos de 60 anos, aconteceu o dobro de interna\u00e7\u00f5es naqueles sujeitos com IMC entre 30 e 34 kg\/m2.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a probabilidade de precisaram de cuidados intensivos foi 1,8 vez maior, sempre comparando com indiv\u00edduos infectados da mesma faixa et\u00e1ria, mas com um IMC menor do que 30,5.<\/p>\n\n\n\n<p>A obesidade por si tamb\u00e9m concorre para preju\u00edzo da fun\u00e7\u00e3o pulmonar ao piorar as trocas gasosas, aumentar a resist\u00eancia das vias a\u00e9reas e comprometer a fun\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos respirat\u00f3rios. Soma se a isso o fato de a obesidade, por se caracterizar por um estado inflamat\u00f3rio, piorar a tempestade inflamat\u00f3ria causada pelo novo coronav\u00edrus. Alguns autores citam que idade mais avan\u00e7ada e a presen\u00e7a de diabetes mellitus, hipertens\u00e3o arterial e obesidade aumentam significativamente o risco de interna\u00e7\u00e3o e morte em pacientes com COVID-19.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para estes achados \u00e9 que o v\u00edrus tem alta afinidade pela enzima de convers\u00e3o de angiotensina humana 2 (ECA2), uma subst\u00e2ncia importante para o controle da press\u00e3o arterial. &nbsp; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A ECA2 tem se mostrado o receptor prov\u00e1vel para a entrada do coronav\u00edrus em c\u00e9lulas hospedeiras. &nbsp;Como esta enzima tem um papel maior nas c\u00e9lulas gordurosas do que no tecido pulmonar, um dos principais tecidos-alvo afetados pelo v\u00edrus. Indiv\u00edduos com obesidade possuem mais tecido adiposo e, portanto, uma maior quantidade de ECA2. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cuide da mente e das refei\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Re\u00fano abaixo algumas sugest\u00f5es pr\u00e1ticas, baseadas em ci\u00eancia, para que o estresse n\u00e3o impacte negativamente a alimenta\u00e7\u00e3o \u2014 e vice-versa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Priorize alimentos nutritivos: um corpo bem nutrido tem um escudo mais resistente contra o estresse e quedas na imunidade. D\u00ea prefer\u00eancia a alimentos ricos em fibras e massas e gr\u00e3os integrais, que s\u00e3o digeridos mais lentamente e ajudam a estabilizar os n\u00edveis de a\u00e7\u00facar no sangue. E traga mais \u00e0 mesa fontes de \u00f4mega-3, gordura que protege o cora\u00e7\u00e3o e nos defende da depress\u00e3o leve. Peixes, frutos do mar, sementes, oleaginosas e \u00f3leos como o de canola fornecem essa gordura.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Fique atento ao tamanho das por\u00e7\u00f5es: quando o indiv\u00edduo est\u00e1 em casa, pode ser mais pr\u00e1tico comer e beber diretamente das embalagens. Contudo, o ato de n\u00e3o medir e visualizar os alimentos tende a aumentar a quantidade ingerida, o que favorece o estresse e o ganho de peso. Em vez de comer ou beber das pr\u00f3prias garrafas, caixas ou pacotes, recomenda-se fazer as refei\u00e7\u00f5es em um prato ou tigela. Estudos mostram que o uso de pratos menores leva a comer menos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Pratique uma alimenta\u00e7\u00e3o consciente: a ideia \u00e9 incorporar conceitos do mindful eating. Isso inclui evitar se alimentar enquanto executa outras atividades, tratando as refei\u00e7\u00f5es como uma atividade singular e com valor pr\u00f3prio. Sentar-se, comer devagar e mastigar algumas vezes antes de engolir, apreciando texturas, aromas e sabores, o que \u00e9 bem-vindo inclusive para a digest\u00e3o e o corpo processar a sensa\u00e7\u00e3o de saciedade (o que evitar\u00e1 excessos).<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Repagine o estoque alimentar: pesquisas mostram que cercar-se de alimentos saud\u00e1veis aumenta a probabilidade de comer de forma adequada. Quando algu\u00e9m est\u00e1 estressado, o apetite se concentra no que est\u00e1 \u00e0 sua frente. Por isso, substitua os estoques de guloseimas e junk food por op\u00e7\u00f5es mais nutritivas e equilibradas (frutas, castanhas etc.)<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Evite o \u201ccomer emocional\u201d: \u00e9 preciso desassociar o al\u00edvio das tens\u00f5es com o conforto da alimenta\u00e7\u00e3o. Em vez de descontar o estresse na comida, procure minimiz\u00e1-lo com outras atividades mais eficientes e saud\u00e1veis. Passeie com o cachorro, jogue um pouco de videogame com as crian\u00e7as, converse virtualmente com um amigo, ou\u00e7a uma m\u00fasica relaxante, tome um banho quente&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Exercite o autocuidado: al\u00e9m da nutri\u00e7\u00e3o adequada, a boa sa\u00fade se fundamenta na manuten\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es de sono adequados e exerc\u00edcios f\u00edsicos regulares. Procure respeitar hor\u00e1rios regulares de sono (no m\u00ednimo 8 horas por noite) e adequar uma rotina de atividade f\u00edsica ao ambiente dom\u00e9stico.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Sono e obesidade: &nbsp;estudo da National Sleep Fundation (2013) diz que 21% das pessoas dormem menos de 6h nos dias \u00fateis (sono breve) \u2014&gt; associa\u00e7\u00e3o com doen\u00e7as cardiovasculares, DMII e obesidade.&nbsp; Estudos mostram que dormir menos de 4h por 2 noites consecutivas \u2014&gt; redu\u00e7\u00e3o de 18% da leptina, aumento de 28% da grelina, aumento de 24% apetite e predile\u00e7\u00e3o por carboidratos e alimentos de alta densidade cal\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Limite o seu contato com m\u00eddias tradicionais e sociais. Como j\u00e1 falamos o contato excessivo com as m\u00eddias pode ter efeito ansiog\u00eanico neste momento. Reduza o contato a uma vez por dia por exemplo com not\u00edcias tanto em rela\u00e7\u00e3o ao COVID-19 como em rela\u00e7\u00e3o a assuntos relacionados com comida, apar\u00eancia e peso corporal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Busque ajuda profissional: uma vez percebida a dificuldade em normalizar os padr\u00f5es alimentares ou a incapacidade de gerenciar o estresse, conv\u00e9m procurar ajuda profissional com m\u00e9dico, psic\u00f3logo, nutricionista e\/ou outros profissionais de sa\u00fade, de forma presencial ou remota. N\u00e3o perca tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em per\u00edodos como este, lembre-se de que a esperan\u00e7a existe ao lado do desespero. E ela \u00e9 igualmente acess\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Dra. Christina de Almeida dos Santos \u00e9 m\u00e9dica psiquiatra, Secret\u00e1ria da Comiss\u00e3o de Transtornos Alimentares da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psiquiatria, professora de medicina da Faculdade Pequeno Pr\u00edncipe, em Curitiba, Membro da Eating Disorders Association, Coordenadora&nbsp; da resid\u00eancia m\u00e9dica de psiquiatria de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais (PR), coordenadora do ATA (Aten\u00e7\u00e3o aos Transtornos Alimentares)<\/p>\n\n<!--themify_builder_content-->\n<div id=\"themify_builder_content-890\" data-postid=\"890\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-890 themify_builder tf_clear\">\n    <\/div>\n<!--\/themify_builder_content-->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O peri\u00f3dico m\u00e9dico The Lancet publicou recentemente uma revis\u00e3o feita por cientistas do King&#8217;s College de Londres sobre o impacto psicol\u00f3gico da quarentena. 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